BeeDraw

Para investidores

O audiovisual está trocando de câmera. Uma pessoa, com IA, construiu o set.

A publicidade no mundo passou de US$ 1 trilhão pela primeira vez em 2025. E um só dos motores de vídeo com IA que o BeeDraw usa já fatura no ritmo de cerca de US$ 500 milhões por ano.

O BeeDraw é o set em volta desses motores: um estúdio de cinema de IA em português. Do primeiro commit ao estúdio no ar foram 68 dias, e eu construí tudo sozinho, com IA.

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Projeção de 5 anos, economia unitária e fontes. Eu leio cada pedido e respondo pessoalmente.

Ilustração criada com IA.

Ficha técnica

No ar desde
16/09/2026
Do primeiro commit ao ar
68 dias
Motores orquestrados
13 modos de vídeo e imagem, de 4 famílias de modelo
Formatos
Cinema, Filme, Comercial, Redes sociais
Cobrança
créditos pré-pagos, em reais, sem assinatura
Time
1 fundador + IA

Plano 1A quarta virada

Película, digital, streaming. Agora, IA.

Cada virada do audiovisual baixou o custo de pôr uma imagem na tela e aumentou o número de pessoas que conseguem filmar.

  1. Película

    Filmar pedia negativo, laboratório e equipe grande. A câmera era de poucos.

  2. Digital

    Em 2015, um longa filmado com três celulares e US$ 100 mil de orçamento estreou no Sundance.

  3. Streaming

    Em 2025, a Netflix faturou US$ 45,2 bilhões, com mais de 325 milhões de assinaturas pagas. A tela deixou de depender da sala.

  4. IA

    No mesmo ano, a Netflix pôs no ar a primeira cena feita com IA generativa numa série original. A sequência de efeitos saiu 10 vezes mais rápido e, sem IA, não caberia no orçamento da série, segundo a empresa.

Um longa de animação feito com IA foi anunciado com orçamento abaixo de US$ 30 milhões e 9 meses de produção. Uma animação grande costuma levar de US$ 100 a 200 milhões e cerca de 3 anos.

Na publicidade, a virada já é maioria: quase 2 em cada 3 compradores de mídia de vídeo nos EUA usam IA generativa no criativo, e 1 em cada 3 peças de vídeo de 2026 já usa.

Na tabela pública do Google, 30 segundos de vídeo gerado com IA custam US$ 12 no preço cheio. No Brasil, só seis técnicos no piso sindical custam R$ 3.187 por uma diária de set, antes de câmera, elenco, locação e pós. Gerar não é entregar um filme pronto. Mas o custo de captar a imagem mudou de escala.

“Smartphones, ferramentas de plataforma, IA e produção de baixo custo reduzem as barreiras de entrada.”

PwC, Global Entertainment & Media Outlook 2026–2030 (tradução nossa)

Fontes: PwC (2026), Netflix (2026), Reuters (2025), AFP (2025), IAB (2026), Google (2026), tabela Sindcine/Siaesp 2024/25.

Plano 2O acesso

11.327 produtoras independentes no Brasil. 93% no menor porte, com teto de R$ 2 milhões de fomento para um longa.

É o que mostra o registro da Ancine: 11.327 produtoras independentes, 10.541 delas no nível 1, o menor porte. Nesse nível, o teto do Fundo Setorial do Audiovisual para um longa é R$ 2 milhões. Um longa brasileiro de grande porte custa, pelas estimativas publicadas, de R$ 15 a 30 milhões.

O dinheiro público para o audiovisual nunca foi tão alto: R$ 1,41 bilhão desembolsado em 2025, recorde. E a fila é longa: 3.697 projetos em captação ou contratação com o fundo, e um recorde de 1.302 projetos inscritos numa única edição do programa de fomento da cidade do Rio, 50% a mais que no ano anterior.

Fora do cinema, a demanda é diária: foram 33.589 comerciais brasileiros registrados na Ancine em 2025. E numa pesquisa com mais de 16 mil criadores de conteúdo em oito países, 86% já usam IA generativa.

O gargalo não é gente querendo filmar. É o preço do set.

Fontes: Ancine (produtoras independentes, jun/2025; Anuário 2025; Balanço do fomento 2025), BRDE/FSA (2024), Prefeitura do Rio/RioFilme (2025), Correio Braziliense (2026), Adobe/Harris Poll (2025).

Plano 3A fonte

Bebemos da mesma fonte. Ela já fatura centenas de milhões.

O Kling, da Kuaishou, é um dos motores do BeeDraw. No segundo trimestre de 2026, ele faturou mais de RMB 850 milhões, cerca de US$ 126 milhões, 200% a mais que um ano antes. Em março, a própria Kuaishou já punha a receita anualizada dele em cerca de US$ 500 milhões.

O Seedance, da ByteDance, também está no estúdio. Só na API para empresas, ele passou de RMB 1 bilhão por mês, cerca de US$ 147 milhões, segundo a imprensa chinesa em junho de 2026.

As consultorias estimam o mercado inteiro de gerador de vídeo com IA em 2025 entre US$ 717 milhões e US$ 1,07 bilhão. Um motor sozinho já tem receita anualizada de cerca de US$ 500 milhões. Nesse mercado, a receita anda mais rápido que as estimativas.

E não fatura só quem treina o modelo. A HeyGen, que faz produto de vídeo com IA para criador e empresa, passou de US$ 200 milhões de receita recorrente anual em junho de 2026 com só US$ 74 milhões captados na vida toda. A Runway, que faz modelo e produto, dobrou a receita anualizada em 5 meses e chegou a US$ 200 milhões em setembro.

Receita anualizada e tamanho estimado do mercado, em US$ milhões

QuemUS$ milhões
O mercado inteiro, segundo as consultorias
Gerador de vídeo com IA, 2025 estimativa
717 a 1.070
Receita anualizada de uma só empresa
Kling, da Kuaishou mar/2026
cerca de 500
HeyGen jun/2026
mais de 200
Runway set/2026
200

Mercado: Fortune Business Insights (717) e Knowledge Sourcing (1.070), estimativas para 2025. Kling: Kuaishou. HeyGen: a própria empresa. Runway: Bloomberg.

O motor já vende. O BeeDraw já tem o set em volta dele, no ar. O que falta é o empurrão da distribuição.

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O plano traz os números de quem já fatura com esses motores, do modelo ao produto.

Fontes: Kuaishou (resultados do 1º e do 2º tri de 2026), KrASIA/36Kr (jun/2026), Fortune Business Insights e Knowledge Sourcing (estimativas), HeyGen (jun/2026), Upstarts Media (2026), Bloomberg (set/2026).

Plano 4O set

O motor filma um plano. O BeeDraw segura o filme inteiro.

Folha de contato sobre uma mesa de luz: vinte quadros da mesma mulher de cabelo cacheado, da estrada ao pôr do sol até o interior de uma casa, com uma lupa de fotógrafo ao lado.
Ilustração criada com IA. Não é uma saída do estúdio.

Cada pedido a um motor de vídeo devolve alguns segundos e não sabe o que veio antes. Um filme precisa de planos com função na história, do mesmo protagonista do começo ao fim, de luz coerente e de custo sob controle. É isso que o BeeDraw constrói em volta do motor:

  1. Escolha o formato. Cinema (21:9), Filme (16:9), Comercial (16:9) ou Redes sociais (9:16). Cada formato já vem com os planos definidos, cada um com o papel na história e a linguagem de câmera. O Cinema sempre chega em seis: Abertura, Protagonista, O detalhe, A virada, Clímax e Último plano.
  2. Escreva a ideia. Em português: a ideia, o protagonista, o mundo e um de sete looks. Isso entra no texto de cada plano, e a pessoa escreve o que acontece em cada um.
  3. Filme plano a plano. Rascunho mais barato primeiro, take final depois. O preço de cada cena aparece antes de filmar, calculado no servidor. Cena que falha devolve o crédito sozinha.
  4. Mantenha o elenco. Até seis personagens com retrato. Nos planos em que a pessoa liga “Manter o elenco”, os retratos de até quatro deles entram como referência.
  5. Assista. A sala de projeção toca os takes aprovados em sequência.

Por trás, 13 modos de vídeo e imagem, de 4 famílias de modelo, ficam atrás de um só ponto de controle no servidor, que orça e cobra antes de filmar. Motor novo entra no catálogo; o set continua o mesmo.

A cobrança é por créditos pré-pagos, em reais, sem assinatura. Montar a produção não usa crédito: cobra-se o que é gerado (cena, retrato, still, quadro de storyboard), sempre com o preço à vista antes. Quanto custa cada cena e quanto sobra em cada crédito está no plano.

Está no ar: beedraw.pages.dev

Cadeira de diretor vazia num estúdio escuro, diante de quatro telas com cenas diferentes: um deserto ao pôr do sol, uma rua de neon sob chuva, a escotilha redonda de uma nave e um mar em tempestade.
Ilustração criada com IA.

Plano 5O fundador

Uma pessoa, com IA, fez o trabalho de um time. É exatamente o que o BeeDraw vende.

Eu sou Saulo Dutra, fundador da Dutra Quantum. Do primeiro commit, em 10 de julho de 2026, ao estúdio de cinema no ar, em 16 de setembro, foram 68 dias. Tudo o que está no ar eu construí sozinho, com IA: cerca de 29 mil linhas de código, 8 funções de servidor e 42 migrations de banco.

  • O estúdio: planos de construção, elenco, storyboard, rascunho e take final, edição e extensão de take, sala de projeção e mapa da produção.
  • 13 modos de vídeo e imagem, de 4 famílias de modelo, atrás de um só ponto de controle, que orça, cobra e devolve o crédito quando a cena falha.
  • Cobrança em reais com pagamento em produção, sete pacotes e nenhuma assinatura.
  • Um livro-caixa de créditos em que cobrança e estorno nunca acontecem duas vezes para a mesma cena.
  • Programa de afiliados com comissão, saque por Pix e conversão em créditos.
  • Painel de administração e curadoria.
  • Uma camada de segurança.
  • Uma reserva que gera foto em máquina própria, construída para não depender de um só fornecedor. Hoje em espera.
  • Termos de uso, política de privacidade e termos do programa de afiliados.

Isso não é linha de currículo. É a tese do BeeDraw rodando dentro da própria empresa: com IA, uma pessoa entrega o que antes pedia um time. O estúdio vende essa alavanca a quem quer fazer um filme. E a história de como ele foi feito é o melhor argumento de venda que ele tem: é por ela que vão começar o curso e as oficinas.

Cada entrega passa por revisão adversarial antes de ir ao ar, e o sistema está documentado módulo a módulo: quem entrar no time começa do mapa, não do zero.

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Plano 6Para onde vai

O estúdio é o primeiro degrau.

Ilustração do hexágono de nuvens no polo de Saturno, em tons de âmbar, com a borda dos anéis no canto.
O hexágono de Saturno, símbolo da marca. Ilustração criada com IA.

Seja diretor do seu universo.

Hoje o BeeDraw vende créditos para filmar cenas. A visão é ser a infraestrutura de produção do audiovisual feito com IA em português: das produtoras às escolas, do estilo ao compute. São cinco linhas. Cada uma começa num degrau que cabe no que já existe e só sobe quando o anterior provar demanda. O custo e o gatilho de cada degrau estão no plano.

Produtoras e agências: o set de quem entrega a cliente

São 11.327 produtoras independentes e 33.589 comerciais registrados num ano. O estúdio já tem linha para empresa: pacotes de 6 mil a 40 mil créditos.

Os números desta linha

Os pacotes para empresa saem com nota fiscal e atendimento no WhatsApp.

E a conta desse cliente já foi feita: a Morgan Stanley estima que a IA generativa pode cortar até 30% do custo de programação em TV e cinema.

Degraus

  1. No arPacotes para empresa
  2. Conta de produtora, com equipe, acervo e elenco compartilhados
  3. Contrato com produtoras e agências, com o estúdio dentro do fluxo delas

Oficinas e escolas: ensinar a dirigir com IA

Já existe preço de mercado para isso: uma oficina curta de direção custa de R$ 2.100 a R$ 2.890 numa escola livre de cinema de referência, e os cursos de IA venderam R$ 142,8 milhões na Hotmart em 2025.

Os números desta linha

A oficina de referência é de direção, com cineasta convidado, em São Paulo, por 15 a 20 horas. Na Hotmart, as vendas de cursos de IA em 2025 foram 700% maiores que em 2023.

E falta gente formada: 3 em cada 4 empresas de audiovisual dizem ter dificuldade de contratar, e a rede federal tem 47 cursos de cinema e audiovisual em todo o país.

Grupo de estudantes, de costas, em volta de uma câmera num tripé; um deles aponta o monitor, que mostra o ator parado no fundo de um set enfumaçado, entre uma janela e um abajur.
Ilustração criada com IA. Não retrata turma ou oficina existente.

Degraus

  1. Oficina de direção com IA, dada por quem construiu o estúdio
  2. Curso online (hoje marcado como “em breve”)
  3. Parceria com escolas de cinema e de atores, com um módulo pronto de IA no set
  4. Formação de atores para cena com IA, sempre com escolas que já formam, com contrato e autorização de imagem e voz

Atlas de estilos: a gramática das escolas de cinema

Cada escola e movimento de cinema tem uma gramática: luz, lente, enquadramento, movimento de câmera, ritmo de corte. O atlas mapeia essa gramática e a transforma em perfis de direção que qualquer pessoa aplica a uma cena. E o terreno é livre: a lei brasileira não protege ideias nem métodos, e o Copyright Office dos EUA escreve que o estilo não é protegido.

Os números desta linha

O BeeDraw já trabalha nessa camada: os sete looks do estúdio se descrevem pelo que se vê, sem nome de diretor nem de filme. Perfil de direção, aqui, é linguagem de câmera, luz e ritmo, nunca a identidade de um diretor real. E o criador já quer isso para si: 85% dos criadores considerariam usar uma IA que aprende o próprio estilo.

E o dado nasce limpo: acervo licenciado ou em domínio público, e escolas de cinema que cedem acervo por contrato, com autorização de cada autor e dos atores (imagem e voz), e recebem parte. Um estúdio de cinema americano com mais de 20 mil títulos já licenciou o catálogo para uma empresa de vídeo com IA treinar um modelo exclusivo. E o atalho já tem preço: US$ 1,5 bilhão num acordo recorde por treino com obras piratas.

Parede escura com seis painéis de fotogramas, cada um numa linguagem visual: preto e branco de sombras duras, cidade de neon sob chuva, deserto ao pôr do sol, interiores simétricos em tons pastel, rua filmada com câmera na mão e interiores à luz de abajur. Fios vermelhos ligam os painéis.
Ilustração criada com IA.

Degraus

  1. No arLooks do estúdio
  2. Atlas de linguagem das escolas e movimentos
  3. Perfis de direção treinados com acervo licenciado de escolas parceiras, com autorização de autores e atores

Modelos próprios: usar no estúdio e alugar

Alugar modelo especializado já é negócio grande: a Fireworks, que serve modelos de IA a empresas, passou de US$ 1 bilhão de receita anualizada em julho de 2026.

Os números desta linha

Mais de 95% do uso da Fireworks vem de modelos ajustados aos dados de cada cliente.

A máquina, aqui, é barata: ensinar um estilo a um modelo aberto de vídeo custa cerca de US$ 4 por treino, na tabela pública de um provedor. O ativo é o dado curado e licenciado.

Degraus

  1. Perfis e estilos ajustados sobre modelos abertos com licença comercial
  2. Usados dentro do estúdio
  3. Alugados por uso a produtoras, escolas e outras plataformas

Modelo de base do zero não está nesta escada: o ativo é o dado e o ajuste.

Compute no polo de IA do Rio

O Rio está virando polo de IA: a Rio AI City, parceria da Prefeitura com a Elea Data Centers, anunciou US$ 550 milhões de aporte na primeira fase e 1,5 GW de capacidade inicial.

Os números desta linha

A Elea foi comprada pela I Squared Capital, fundo de infraestrutura, em abril de 2026. Em 15/09/2026, o Redata virou lei, com suspensão de tributos federais sobre equipamento de datacenter habilitado, ainda em regulamentação. E o estado do Rio já difere o ICMS na importação de servidores.

O BeeDraw entra nesse polo por degraus, sem erguer prédio: GPU própria onde o uso é contínuo, depois colocation, depois capacidade dedicada. O datacenter próprio é o último degrau, numa fase futura. Quando comprar GPU e quando alugar é uma conta, e ela está no plano.

Corredor de racks de servidores com luzes âmbar que termina numa parede de vidro; lá fora, ao entardecer, a baía com o Pão de Açúcar e a cidade acesa.
Ilustração criada com IA. Não retrata instalação existente.

Degraus

  1. ConstruídaA reserva de foto em máquina própria, em espera
  2. GPU própria onde o uso for contínuo
  3. Colocation no polo do Rio, com demanda contratada
  4. Capacidade dedicada em parceria com quem já está construindo o polo
  5. Datacenter próprio, numa fase futura

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Fontes: Ancine (2025), Morgan Stanley (2025), Academia Internacional de Cinema (preços de 2026), Estado de Minas/Hotmart (2026), Firjan (2024), MinC/OEI (2025), Lei 9.610/1998, U.S. Copyright Office (2025), Adobe/Harris Poll (2025), Lionsgate (2024), Authors Guild (2026), Fireworks (2026), Prefeitura do Rio (2026), Elea (2025), I Squared Capital (2026), Senado Federal (2026), Sinfrerj (2024).

Plano 7O plano

O que a página não mostra, o plano mostra.

Esta página conta a tese. O plano põe número em cada linha dela.

Plano de negócios

BeeDraw, da Dutra Quantum LTDA

  1. Como faturam os que bebem da mesma fonte: do motor ao produto, e a camada em que o BeeDraw entra.
  2. Quanto custa uma cena no fornecedor, por quanto ela sai no pacote, e por que o dólar vira preço, não prejuízo.
  3. Projeção de 5 anos em três cenários, trimestre a trimestre, com a origem de cada premissa.
  4. Os marcos: o que cada etapa precisa provar e quanto custa chegar lá.
  5. As cinco linhas de expansão, com o gatilho de cada degrau e a conta de quando comprar GPU e quando alugar.
  6. Como uma pessoa pôs o estúdio no ar em 68 dias: o inventário e o processo de revisão.
  7. Os riscos, cada um com a mitigação que já está no produto ou no plano.

Eu leio cada pedido e respondo pessoalmente.

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Quem guarda é a Dutra Quantum LTDA (CNPJ 61.908.808/0001-66), só pra responder e conduzir esta conversa. Dentro da empresa, só eu leio. Não vira lista de e-mail nem marketing. O registro do formulário fica guardado por até 12 meses depois do seu último envio e é apagado sozinho. O mesmo prazo vale para as cópias fora do banco (e-mails trocados e planilhas exportadas), que eu apago manualmente. Se quiser apagar antes, sem justificar, escreva para privacidade@dutraquantum.click.

Uso seus dados só para responder a este pedido. Nada de lista de e-mail. Se você já escreveu nas últimas 24 horas, vale a primeira mensagem; para completar, responda ao meu e-mail.

Fontes

Plano 1, A quarta virada

Plano 2, O acesso

Plano 3, A fonte

Plano 6, Para onde vai